quarta-feira, fevereiro 20, 2013

Contrário amor?


Se o amor é invisível
Mas na face, inescondível
Se é mistério, segrediço
Enquanto cresce a olho visto
Sé é ferida não sentida,
Oásis de tristeza no deserto da alegria
Se o amor impõe o medo seco
E enxurradas de felicidade
Se ele beija a morte quente
E abraça a vida fria:
O amor vai da ponta ao pico,
É sereno e explosivo,
Então, não se contradiz
O amor é pleno, é cheio, é pouco
A medida certa do muito
Angústia de ser feliz
A fração do Absoluto
Pois está em (quase) tudo

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